Essa é a pergunta que não quer calar, porque, finalmente, chegamos à era dos Projetos e captar recursos é uma das etapas dessa frente importante dessa área de atuação dentro do setor da Economia Criativa. São nomes parecidos, não iguais e é fundamental saber o que significa cada um deles. Se liga nas fontes da pesquisa antes de chegar a conclusões e sair apenas replicando e embaralhando elas por aí.
Indo direto ao ponto – porque mesmo quem gosta de ler e gosta de se manter informado através de fontes confiáveis, ninguém mais gasta mais do que 5 minutos numa leitura com passada de olho e corre direto para o link que interessa. Então lá vai, captar recurso em 2025 passa por:
- Plano de Negócios
- Portfólio
- Conjunto de documentos e identidade proponente
Para quem quiser ir além no assunto:
Uma distribuição equilibrada de recursos é a meta central dos investimentos e empenhos por parte de governos e empresas, conscientes e engajadas, como meio de promover a transformação social pelo mundo hoje. Ao menos é o que dizem os especialistas. É também o que podemos comprovar pela ampliação de acesso a recursos seja via edital, startup e fomento em geral de iniciativas que antes, num pasado muito recente, não tinham espaço.
Mesmo em casos com acesso bastante simplificado, como os editais da Lei Paulo Gustavo e Aldir Blanc, é necesário ter um conjunto ordenado das informações referente ao objeto de realização; o projeto. Acompanhando grupos de artistas e fazedores de cultura. Percebo o tecido social sendo refeito de passinho em passinho rumo a essa capacidade de ser elo, de somar dentro daquilo que nos cabe e nos toca. E assim vão surgindo projetos como um caldeirão onde se misturam saberes que engrossam esse caldo de resistência que nos nutre, que nos liga e nos molda um.
Para todos aqueles que estão começando a puxar essa frente em sua comunidade, reúno aqui sugestões que considero válidas. O acesso à internet está sendo bastante ampliado e o sr. Google resolve quase tudo. Então é claro que tudo pode começar com você digitando “como elaborar projetos” ou “modelo de projetos” na barra de pesquisa ou dar esse comando em qualquer ferramenta de IA ou participando da minha Mentoria: Transformação Social via OSC. Contudo, a profusão de informações é um agravante, assim como, a capacidade de avaliação das fontes (sites, links) que precisa ser feita em segundos já que cada clic é um fio na teia. Por esse motivo separei algumas dicas e referências aqui que certamente já ajudará os interessados nesses primeiros passos,
Perfis de Intagram e Canais no Youtube
Instagram: @melissaprojetos, @isadoraprojetos, @jequetibaassessoria, @editaisdecultura, @ivinapassos
Yotube: Flaviano Souza e Silva, Ato Marketing Cultural, @ArteemCurso
Institutos e Fundações
Instituto Abrapalavra, Itaú Social, Instituto Cultural Vale,
Graduação, Pós-Graduação, Especializações
A Casa Tombada, EBAC, RS Criativo, SEBRAE, FGV, Conquer Business School
Depois do projeto pronto, é hora de encontrar a oportunidade que melhor se encaixa a ele, assim como providenciar as condições burocráticas do “proponente”. Um proponente é a pessoa jurídica ou física que está apta pelo conjunto de informações disponibilizadas entre certidões e registros para pleitear o recebimento de determinado recurso para um projeto. Às vezes descobrimos que não é uma jornada possível ou viável o projeto ser proponente dele mesmo. Nesses casos, o próximo passo é procurar uma OCS próxima ao tema centrai do projeto e alinhar uma parceria. Ou até buscar organizações que existem com essa fiinalidade e possam ter interesse em atuar naquela localidade ou segmento. Isso significa dizer que um bom projeto, um projet com impacto e capacidade real de tranasformação social é feito de muitas partes, tais como:
Constituição Social
OSCs e Proponentes Culturais
Editais, Prêmios e Leis de Incentivo
Recursos Privados
Redes e Coletivos Formais ou Informais
Plataformas de Financiamento Coletivo
Apoia.se, Catarse, Benfeitoria, Kickante, Juntos.com.vc, Ideame.me, Vakinha.com.br
Extra: Confira a entrevista de Odilon Wagner, ator, autor e diretor de Teatro, para o “Em Ponto” na GloboNews sobre o assunto.
