Cada uma das minhas grandes vitórias é fruto de árdua jornada de superação pessoal.
Minhas derrotas são 3 ou 10 vezes maiores permeiam aquela que me torno em cada uma das minha vitórias.
É importante amar devidamente cada uma nossas partes, nossas faces que transparecem intenções e revelam maldades disfarçadas de oportunidade.
Sou comunicadora, hábil argumentadora, mantenho meu repertório eclético e respeitoso, ainda criativo e com grande senso de humor.
Me considero oficiamente uma lier e favilitadora de processos de mediação de conflito, construção de sociedade ou legado depois de 15 anos de maternidade solo, 3 partos plenos, de cócoras, humanizado “tanto quanto possível” sendo que o último foi desassistido, estando a 45 minutos em declive e serra da unidade hospitalar mais próximas.
A minha estrada é longa e quase inacreditável. eu posso dissertar sobre as pessoas ou lugares que conheci, assim como sobre mim mesma e como eu busquei caminhos que faziam sentido pra mim e que me traziam essa percepção de “eus” e essa forma de existir e de acreditar na vida, apesar de todos os pesar, dos meus dramas pessoais e das calamidades do mundo.
O que eu ganhei com isso?
Minha voz, minha identidade como a única coisa que pode ter valor nessa sociedade globalizada de consumo e destruição planetária. Autenticidade será a única coisa que não poderá ser vendida e com ela vem algumas outras embutidas: otimismo, resiliência e fé numa humanidade fundamentada em respeito como primeira forma de amor.
Sim, amor. O lugar de onde tudo o que é feito tem o poder de transformar realidades.
